O que é um sistema tudo-em-um?
Numa bateria doméstica tudo-em-um está tudo num só armário: a bateria, o inversor e o sistema de controlo que gere o conjunto. Na prática recebe uma única caixa na parede, em vez de uma bateria com um inversor separado ao lado. Marcas como a Sigenergy e a AlphaESS constroem os seus sistemas desta forma.
A que deve prestar atenção?
A grande vantagem é a facilidade de instalação: menos cablagem, menos componentes, menos hipóteses de erro. O reverso é que fica preso à capacidade que compra. Se quiser expandir daqui a três anos, em alguns modelos isso não é possível e terá de colocar um segundo sistema ao lado. Verifique por isso antecipadamente se o modelo escolhido permite expansão.
Quando faz sentido escolher este tipo, e quando não?
Um sistema tudo-em-um é uma escolha lógica se o consumo for razoavelmente estável e já tiver uma boa ideia da capacidade necessária. Fica com uma instalação arrumada, sem componentes soltos, e a maioria dos modelos monta-se em meio dia.
Se ainda tiver dúvidas sobre o consumo futuro, por exemplo porque pode entrar uma bomba de calor ou um carro elétrico, esta não é a primeira escolha. Fica preso ao que compra agora. Nesse caso, veja antes os sistemas modulares, que pode complementar mais tarde com módulos extra.
O que tratamos por si?
Aconselhamos sobre a potência e a capacidade adequadas à sua ligação, e a montagem é feita por um instalador certificado segundo a norma neerlandesa NEN 1010. Também é possível um contrato de energia com tarifa dinâmica através do nosso parceiro, sem ficar vinculado.
Perguntas frequentes
Um sistema tudo-em-um é mais caro do que um sistema modular?
Não necessariamente. O preço depende sobretudo da capacidade e da marca, não do formato em si. Numa expansão posterior é que costuma pagar mais, porque nos sistemas tudo-em-um isso é mais difícil ou nem sequer possível.
Posso mesmo assim expandir um sistema tudo-em-um mais tarde?
Em alguns modelos sim, com uma segunda unidade ao lado; noutros não. Varia por marca e modelo, por isso confirme sempre antes de encomendar.
A instalação é realmente mais simples do que num sistema modular?
Sim, em geral é. Menos componentes soltos significa menos cablagem e menos momentos em que algo pode correr mal durante a montagem.
Um sistema tudo-em-um serve para uma casa pequena?
Muitas vezes sim, precisamente porque é compacto e se coloca de uma só vez. Para a potência exata, verifique o que a sua ligação e a área de telhado permitem. Veja também a oferta mais alargada em baterias domésticas para comparar todas as opções.
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Numa bateria doméstica tudo-em-um está tudo num só armário: a bateria, o inversor e o sistema de controlo que gere o conjunto. Na prática recebe uma única caixa na parede, em vez de uma bateria com um inversor separado ao lado. Marcas como a Sigenergy e a AlphaESS constroem os seus sistemas desta forma.
A que deve prestar atenção?
A grande vantagem é a facilidade de instalação: menos cablagem, menos componentes, menos hipóteses de erro. O reverso é que fica preso à capacidade que compra. Se quiser expandir daqui a três anos, em alguns modelos isso não é possível e terá de colocar um segundo sistema ao lado. Verifique por isso antecipadamente se o modelo escolhido permite expansão.
Quando faz sentido escolher este tipo, e quando não?
Um sistema tudo-em-um é uma escolha lógica se o consumo for razoavelmente estável e já tiver uma boa ideia da capacidade necessária. Fica com uma instalação arrumada, sem componentes soltos, e a maioria dos modelos monta-se em meio dia.
Se ainda tiver dúvidas sobre o consumo futuro, por exemplo porque pode entrar uma bomba de calor ou um carro elétrico, esta não é a primeira escolha. Fica preso ao que compra agora. Nesse caso, veja antes os sistemas modulares, que pode complementar mais tarde com módulos extra.
O que tratamos por si?
Aconselhamos sobre a potência e a capacidade adequadas à sua ligação, e a montagem é feita por um instalador certificado segundo a norma neerlandesa NEN 1010. Também é possível um contrato de energia com tarifa dinâmica através do nosso parceiro, sem ficar vinculado.
Perguntas frequentes
Um sistema tudo-em-um é mais caro do que um sistema modular?
Não necessariamente. O preço depende sobretudo da capacidade e da marca, não do formato em si. Numa expansão posterior é que costuma pagar mais, porque nos sistemas tudo-em-um isso é mais difícil ou nem sequer possível.
Posso mesmo assim expandir um sistema tudo-em-um mais tarde?
Em alguns modelos sim, com uma segunda unidade ao lado; noutros não. Varia por marca e modelo, por isso confirme sempre antes de encomendar.
A instalação é realmente mais simples do que num sistema modular?
Sim, em geral é. Menos componentes soltos significa menos cablagem e menos momentos em que algo pode correr mal durante a montagem.
Um sistema tudo-em-um serve para uma casa pequena?
Muitas vezes sim, precisamente porque é compacto e se coloca de uma só vez. Para a potência exata, verifique o que a sua ligação e a área de telhado permitem. Veja também a oferta mais alargada em baterias domésticas para comparar todas as opções.












